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Diretório de Advogados
Hélio Maia
Brasília (DF)
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Hélio Maia
Comentário ·
há 9 anos
Liberdade religiosa x Orçamento Público: STF decidirá se a União deve bancar os custos de tratamento alternativo de Testemunha de Jeová em outro estado
Escola Brasileira de Direito
·
há 9 anos
Parabéns. Perfeito. Sou catarinense e, na minha região com muitos colonos italianos, alemães e poloneses havia um ditado: QUANTO MAIS SANGUE MAIS CHOURIÇO. Daí, quanto mais doador de 10% mais dinheiro para êsses cafajestes.
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Hélio Maia
Comentário ·
há 9 anos
Após visitar local de trabalho, juiz condena reclamante e testemunha por má-fé
Questões Inteligentes Oab
·
há 9 anos
Para o senhor Leonardo Paulo: 1 – êrro de escrita, talvez mas, de qualquer forma, prefiro “maIs teimoso”; 2 – a sugestão da visita não vem ao caso – no mínimo imprópria – mas, a concordância do “magistrado”, - de novo -, no mínimo, idiota; 3 – é candidato político ? 4 - faltam assessores qualificados ao “magistrado“ ou é mania de grandeza mesmo?; 5 - como decidir sem provas ? A visita foi idiota. Deveria ter sido feita por gente qualificada nesse trabalho; 6 - pessoa indicada pelo “magistrado” para trabalhar no ambiente, em determinado período, e trazer-lhe subsídios para então decidir. Infelizmente temos um judiciário dêsse naipe.
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Hélio Maia
Comentário ·
há 9 anos
Estacionar na frente de garagem gera dano moral
Ednaldo Émerson Ferreira Rafael
·
há 9 anos
"mas no Brasil, o judiciário infelizmente não pensa assim, pensa sempre que a indenização, embora seja justa, não pode enriquecer o ofendido." Concordo mas, se o judiciário (o intelecto) criasse, mandasse, exigisse a cobrança em dôbro ? 2 mil para o queixoso e outros 2 mil para o estado ? Não iria enriquecer ninguém mas...
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Marcelo M
Comentário ·
há 9 anos
Liberdade religiosa x Orçamento Público: STF decidirá se a União deve bancar os custos de tratamento alternativo de Testemunha de Jeová em outro estado
Escola Brasileira de Direito
·
há 9 anos
O senhor provavelmente é ateu. De qualquer modo, discordo radicalmente, e, para constar, não me manifesto aqui como um religioso fanático, pois não o sou, mas sim como alguém convicto em suas palavras e que não consentiu com o que foi dito. Uma sociedade precisa de religião, não para manter uma política imoral, mas para continuar a ser civilizada, é a crença o último reduto de conforto, paz e ordem, já que tantas outras coisas desabam concomitantemente. Padres, pastores e o que os valham tem um papel, a meu ver, importantíssimo, digno de admiração. Pois vivem por algo intensamente, e talvez seja esse o exemplo que falta para todos, em outros aspectos. Além disso, o fato de alguém ser religioso, frequentar igrejas, ajoelhar-se e rezar não o torna uma pessoa parva, ou mesmo lhe retira a indignação e o repúdio à imundície proliferante do cenário político, nem a cega, apenas a impede de atrocidades. Nesse sentido, também não ouço padres ou pastores que implementem um discurso de tolerância a tudo, à política calhorda; ao contrário, costumo ouvir sábias palavras de impulso, de irresignação. Por fim, querer, ainda que indiretamente, dar a culpa do que está acontecendo (ou parte dela) a padres e igrejas, isso, para mim, é um falha de diagnóstico, não obstante respeite a sua opinião.
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José Roberto
Comentário ·
há 9 anos
Liberdade religiosa x Orçamento Público: STF decidirá se a União deve bancar os custos de tratamento alternativo de Testemunha de Jeová em outro estado
Escola Brasileira de Direito
·
há 9 anos
Quanto mais religioso é um povo, melhor vivem padres, pastores, papas, bispos...
A igreja depende da política, para que esta lhes alivie os caminhos com isenções de impostos e liberdade de agir.
Já a política precisa da igreja, para que implante nas mentes humanas que o mais importante acontece depois da vida, no imaginário paraíso em todas as suas versões, porque se ninguém acreditasse em uma vida de paz após a morte, não se aguentaria tanto político safado roubando o que é nosso, aqui nesse planetinha.
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Luciana Lanzillo
Comentário ·
há 10 anos
O STF e o medicamento de alto custo
Eudes Quintino Sociedade de Advogados
·
há 10 anos
Existem muitos médicos que prescrevem medicamentos alternativos, não registrados pela ANVISA, sem esgotar todas as possibilidades de medicamentos já existentes no Brasil. Nem sempre a doseterapia recomendada pelo fabricante ou até a evidenciada em estudos clínicos, são eficazes. Ou até mesmo uma associação com outros medicamentos , nem sempre são testados. Há prescrições inclusive de medicamentos que possuem similares já com o devido registro. Acredito que primeiramente os pacientes , TODOS que hoje se encontram nesta situação de depender dessas medicações, fossem avaliados por uma junta médica, podendo até incluir médicos estrangeiros , como se fosse um congresso, e ai sim, caso não se encontre uma alternativa, fazer uso dos medicamentos que ainda não possuem registro no Brasil ou medicamentos recém descobertos. Além disso, há pedidos judiciais de medicamentos por exemplo que já possui associação, que não está na lista do SUS, pois o paciente se recusa a tomar mais de um comprimido. Então ele entra com ação para ter o direito de ter um único medicamento porque não quer fazer uso de vários comprimidos. E com isso o dinheiro que deveria ser aplicado em outras áreas, vai para a compra do medicamento por comodidade do paciente e não por necessidade. A Agencia não se preocupa só com os gastos por exemplo, mas sim da utilização destes medicamentos sem a eficácia comprovada, o que daria na mesma se as drogas já existentes fossem "testadas" de outras formas, seja com aumento da dosagem, associação, etc. Cada caso deveria ser minuciosamente analisado, mas não por Juízes e sim por médicos.
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